• 13 de Abril de 2021
  • Comentário(s)

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Saiba como é calculado o valor do seu condomínio

Condomínio: tudo sobre valores
O condomínio é uma taxa cobrada a todos os moradores de unidade, em que o valor
arrecadado é utilizado para cobrir as despesas relacionadas às manutenções de rotina do
imóvel.
A cobrança tem como objetivo garantir que as áreas coletivas permaneçam em pleno
funcionamento. Assim, estão incluídos valores relacionados a: pagamentos de funcionários,
contas de água, luz e telefone, materiais de limpeza, salário do síndico, fundo de reserva,
além da empresa de administração.
Dependendo da existência de áreas comuns no condomínio, podem ser cobrados valores
adicionais para a manutenção dessas áreas, como piscina, playground, quadras de esporte,
salão de festas, churrasqueiras e demais espaços de uso coletivo.
Como é usada a taxa de condomínio?
Todos os custos necessários para as manutenções de rotina do imóvel são consideradas
despesas ordinárias. Mas também existem outros dois custos que devem ser considerados
para entender o cálculo do condomínio.
Um deles é o Fundo de Reserva, que funciona como uma espécie de reserva de
emergência para o imóvel. O dinheiro reservado, que costuma representar em torno de 5%
do valor do condomínio, é para custos que não estavam previstos no orçamento.
Entre esses custos estão a realização de obras de emergência, pagamento dos direitos
trabalhistas na saída de um funcionário contratado pelo imóvel, entre outros. O valor
arrecadado é uma informação pública e costuma ser decidida pela convenção do
condomínio.
Despesas extraordinárias do condomínio
Ainda sobre os custos que definem o valor do condomínio estão as despesas
extraordinárias, que custam ser priorizadas durante as reuniões com os moradores.
Nesses encontros é definido a divisão de valores de despesas comuns como instalação de
câmera, troca de calçada, obras e reformas pontuais.
Para despesas que têm impacto direto no coletivo, o levantamento de recursos pode
acontecer de diferentes formas, como através da divisão de despesas entre os moradores
ou ainda pagamento de taxa mediante ao uso do espaço ou serviço.
Agora que você já sabe quais são os custos que definem a taxa do condomínio, entenda a
seguir como é realizado o valor da cobrança.
Cálculo do condomínio
Depois de conhecer todas as despesas de um imóvel, veja como elas são distribuídas entre
os condôminos na taxa de condomínio.
O primeiro passo é somar todos os custos mencionados anteriormente: despesas
ordinárias, despesas extraordinárias e também o fundo de reserva.
O montante deve ser estimado pelo período de doze meses, que vai mostrar o custo de
viver no imóvel por um ano. Ao realizar a projeção não esqueça de incluir taxas de inflação
e também reajuste.
A soma final dos valores deve ser dividida entre o número de casas ou apartamentos do
imóvel. Assim, você chegará ao valor individual a ser pago, que é aprovado na assembleia
por todos os moradores no primeiro semestre de cada ano.
Pagamento
Embora exista todo o cálculo para definir o pagamento do condomínio, o mesmo pode
acontecer através da definição de uma taxa.
Em um imóvel, todos os condôminos poderiam pagar o mesmo valor de condomínio,
sistema definido como taxa fixa. Já em outros casos, a cobrança pode acontecer pela taxa
de fração ideal, ou seja, o pagamento conforme o tamanho do imóvel.
Isso faz com que na prática, imóveis com área total maior, paguem mais. Para isso é
realizado o seguinte cálculo: área total do prédio multiplicado pela área do imóvel, que
termina dividido pela área do imóvel. Assim você chega ao valor pago na modalidade de
condomínio por fração ideal.
Agora independente dos casos, veja como funciona a questão do pagamento: seja imóvel
próprio ou alugado, o pagamento do condomínio é de responsabilidade do morador do
imóvel.
Mesmo nos casos em que o imóvel não está habitado, o pagamento é obrigatório, uma vez
que o imóvel representa uma parcela no pagamento das despesas coletivas, já previstas
anteriormente pela administração.
Assim como o pagamento é obrigatório, a falta de pagamento é encarada como
inadimplência. Caso o pagamento não seja realizado, o imóvel tem autorização para tomar
as medidas cabíveis, que podem variar dependendo de cada situação.

Redução do valor do condomínio
Embora não seja comum, pode haver uma redução no valor do condomínio. Isso porque os
moradores têm o direito de exigir a revisão de gastos, como as despesas extraordinárias.
Dependendo da situação, o condomínio deve rever os fornecedores, em virtude do valor
cobrado pelo produto ou serviço, que deve ser revisto no mercado.
Algumas situações quando analisadas podem ajudar a diminuir o custo do condomínio a ser
pago pelos moradores. A começar pela questão da portaria.
Mesmo sendo indispensável por se tratar da segurança das pessoas, existe uma alternativa
para diminuir o custo do serviço, como é o caso da portaria virtual. Sem o salário dos
porteiros, isso gera uma grande redução de despesas mensais ao imóvel.
Outro ponto que pode vir a ser revisado com o objetivo de diminuir as despesas é a revisão
de seguro do imóvel. A melhor forma de realizar isso é solicitando orçamentos em
diferentes empresas antes de realizar a contratação.
Ainda falando de contratação, as administradoras são outro ponto que merecem a atenção
dos moradores. Embora ofereçam muitas facilidades na rotina do imóvel, o custo do serviço
pode variar bastante dependendo da empresa de oferta. É sempre importante solicitar
orçamentos.
Por fim, outro aspecto que tem influência no condomínio são as taxas bancárias. A emissão
de boletos para pagamentos junto aos bancos têm um valor elevado, principalmente por
conta da manutenção ou ainda problemas com emissão. Uma alternativa pode ser a adesão
de bancos digitais para a cobrança do condomínio.
Para ajudar você nessas e em outras dúvidas, conte com os serviços da CASA! São mais
de 50 anos trabalhando em prol da boa gestão do seu condomínio! Entre em contato com a
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